Sábado, Dezembro 12, 2009

Círculo Libertatum - A Liberdade e seus inimigos - 28 de novembro de 2009.

O dono deste blog, junto com seu amigo Klauber Pires, articulista do site Mídia Sem Máscara e do blog Libertatum, apresentou, no auditório da UVA - Universidade do Vale do Acaraú - o filme The Soviet Story, de autoria do cineasta letão Edvins Snore. Com a temática "A liberdade e seus inimigos", apresentou a palestra "União Soviética: crimes, terror e repressão", falando sobre alguns aspectos dos 70 anos da história soviética. Klauber Pires entrou com sua valiosa contribuição, apresentando o assunto "Boliviarianismo e expansão comunista na América Latina", na qual falou a respeito das políticas comunistas do Foro de São Paulo e das ações das esquerdas latino-americanas na destruição das democracias.

Agradecemos a todos aqueles que ajudaram para a realização deste projeto, inclusive os leitores anônimos, que depositaram suas contribuições e deram crédito a nosso trabalho. Esse projeto só saiu do papel por conta da força deles. Nossa intenção, com esssa atividade, é esclarecer ao público sobre questões que são omitidas, não somente pela grande imprensa, como também pelos ambientes culturais e universitários. Abrir os olhos do público sobre a ameaça que paira sobre as liberdades civis e políticas e a alertar sobre seus inimigos, além do que, a pretensão de difundir novas idéias, são os objetivos desta empreitada.

Para quem quiser fazer novas contribuições ou patrocinar novos eventos culturais e históricos das atividades do Círculo Libertatum, favor depositar na Agência Bradesco nº 1396-0, Conta nº 1002301 ou então contacte-nos, através deste mesmo blog, mandando seu email, que responderei com prazer. Sua ajuda será de grande valia para nós!

Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

Mirisola sem camisola: ou medido na Balança Filizola

Meu querido amigo, o editor do Mídia Sem Máscara Edson Camargo, comentava a respeito de uma criatura estranha que escreveu impropérios sobre os evangélicos num site famoso e que foi citado no artigo de Júlio Severo. É um escritorzinho de lorotas, que pela infelicidade do destino ou por alguns conchavos da mass media, chegou a ter artigos publicados no site “Congresso em Foco”. Seu nome de batismo é Marcelo Mirisola. Parece que ele alimenta a fama escrevendo tolices para chamar atenção, tal como uma dondoca embonecada que usa quilos de maquiagem, por causa da velhice e da menopausa, para atrair os machos. Reitero: quando falo de batismo é por mera formalidade, já que esse notório espírito de porco não tem, no devido momento, condições morais para tamanha gravidade do sacramento cristão.


Seria cansativo catalogar os tumores existenciais por trás de um notório exibicionista que ainda não cresceu e cuja linguagem cheia de hipérboles não diz absolutamente nada. Hoje em dia é moda falar um monte de asneiras a um público cada vez mais imbecilizado e acostumado a ler tolices bizarras. O grosso do povo, no geral, pensa cada vez menos, age por empatia, por instinto ou automação. O pior é que essa doença não age apenas sobre a população, e sim nas elites intelectuais, que endossam os Mirisolas da vida. Quanto menos incompreensível a fala de quem escreve e quanto maior as asneiras ditas e consagradas, melhor sucesso terão os Mirisolas da vida, num país de soberba indigência intelectual. Falar mal dos cristãos, dos católicos, dos evangélicos, de Jesus Cristo, injuriá-los, e se apegar a picuinhas mesquinhas, são os lugares-comuns da atualidade. É a coisa mais fácil do mundo. Não há originalidade alguma nisso. Atacar uma sociedade cristã acuada, chantageada, caluniada, psicologicamente amedrontada, é apenas um ato de covardia, um ato de quem está do lado do mais forte. Corajosa é a atitude de Júlio Severo, que denuncia, ao risco de perder sua liberdade, as injustiças, perseguições e hostilidades que o povo cristão, seja católico e protestante, sofre, mesmo dentro das democracias. O poder, representado pela mídia, pelas universidades, pelas escolas, pelos setores culturais e mesmo pelo Estado, está nas mãos dos ateus, dos proxenetas, dos satanistas, dos anticristãos, dos comunistas. Isso explica o sucesso dos Mirisolas, cujas aberrações intelectuais são compatíveis com o espírito de uma época decadente.


Se o Sr. Mirisola saísse pela Parada Gay fantasiado de Carmem Miranda ao invés de escrever seus excrementos intelectuais, daria no mesmo, já que os níveis estão equiparados. Cronistas de qualidade, escritores reais, verdadeiros, autênticos, espíritos criativos, especulativos, indagadores, são criaturas em extinção neste país. Marginalizados pelo meio cultural, na imprensa, na mídia e mesmo nas universidades, as figuras de excelência, os bons homens, estão sendo eliminados, para dar lugares aos Mirisolas da vida, cuja ânsia exibicionista é digna dos travecos de camisola.


E o que é o Sr. Mirisola perto da Apologética Cristã, da Patrística, da Escolástica, das páginas literárias da bíblia e de todos os romances e escritos inspirados nessa tradição gloriosa que molda o ocidente desde sempre? É apenas um bicho-do-pé de Santo Tomás de Aquino. E um micróbio, perto de Jesus Cristo. Um dia, os textos do sujeitinho prepotente serão jogados na lata do lixo, junto com toda a literatura tosca do “Congresso em Foco”, e ainda discutiremos sobre Jesus Cristo, Santo Tomás e Agostinho até o final dos tempos! A grande obra do homem de camisola, a literatura do “Proibidão”, será literalmente proibida por questões de sanidade mental.

Mais assustadora, contudo, é a resposta protocolar que o diretor do “Congresso em Foco”, o Sr. Sylvio Costa, deu ao “Mídia Sem Máscara”, em resposta ao artigo de Julio Severo. Ele diz, com aquele papinho politicamente correto típico dos cagões: “O ‘Congresso em Foco’ é um veículo pluralista, sem que a opinião destes possa ser confundida com o pensamento do próprio site”. Com certeza esse papinho “pluralista” jamais seria concedido aos evangélicos atacados como Júlio Severo. O “pluralismo”, por assim dizer, serve para criaturas neuróticas com menopausa como o Sr. Mirisola. O Sr. Sylvio Costa é, naturalmente, como publicador de textos, um cara desfocado, que precisa urgentemente de óculos escuros e de um canil!


Contudo, o que me espanta é a carência de discernimento intelectual deste cidadão que é diretor de um site que diz focalizar a notícia. Permitir a publicação de textinhos vagabundos, mentirosos e cretinos de uma criatura desajustada é uma prova viva de profundo mau gosto. Ao menos o Sr. Sylvio deveria assumir as cretinices que permite publicar, já que demonstra simpatias pelas idéias do rufião de camisola.
Por falar em camisola, é uma grossa sacanagem colocarem um sobrenome tão sugestivo numa pessoa. Até no registro público, tiraram sarro com o espírito de porco! Confesso, quando ouvi o sobrenome Mirisola, lembrei-me de um filme de terror. O Mirisola, sem camisola, está nu, como o zumbi da meia-noite. Ainda que o cérebro não pese nem mesmo na balança Filizola!


Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

Cesare Batistti, o psicopata.


O parecer do Supremo Tribunal Federal, que por maioria de votos, considerou válida a extradição do terrorista foragido da polícia italiana, Cesare Batistti, foi a vitória de Pirro da justiça brasileira. Como se sabe, nos anos 70, esse sujeito participava de um grupo de extrema-esquerda “Proletários Armados pelo Comunismo” e dentre suas realizações, foi responsável por quatro assassinatos em seu país. Batistti fugiu para o Brasil. E como o governo Lula é um covil de bajulação ao terrorismo e ao totalitarismo, ao arrepio da perspectiva do Supremo e de demais órgãos governamentais, que davam como certa sua extradição, tentou vetar o processo, dando estatuto de “refugiado político” ao assassino.

O Ministro da Justiça Tarso Genro foi o pivô do qüiproquó jurídico ao dar esse status a um criminoso comum. O mesmo zelo não foi aplicado aos pugilistas cubanos foragidos da ditadura de Fidel Castro, cujo único crime foi discordar do governo e pedir asilo político. No Brasil de Lula e de Genro, dissidentes políticos de verdade são deportados para as ditaduras e criminosos comuns com viés ideológico comunista são protegidos de leis e julgamentos de nossas democracias. O Partido Comunista e demais partidos de esquerda não esconderam as simpatias pelo assassino italiano, reunindo-se alegremente com o terrorista numa foto indecente, típica da solidariedade mais bovina e patética das mentalidades totalitárias.

Por que a vitória de Pirro da lei e do judiciário? Numa medida esdrúxula, desnecessária e estúpida, o STF acabou por se contradizer e relativizar sua opinião, ao passar ao Presidente Lula o poder de extraditar ou não o terrorista. Ou seja, o próprio STF colocou em xeque sua opinião e deu plenos poderes a uma parte julgada no processo de decidir pelo imbróglio. Na prática, a decisão do Supremo foi inútil, já que o próprio Executivo, causador da controvérsia legal, pode contradizer a opinião do Supremo. Os juízes consideraram ilegal a decisão do governo e deram o direito do mesmo de decidir pela ilegalidade, se quiser. Se a decisão foi tendenciosa ou não, na realidade foi um caso sério de esquizofrenia legal!

Isso é grave, porque deixa ao sistema legal uma margem completa de insegurança jurídica, já que o Supremo, que é o responsável definitivo pelas controvérsias legais do país, reverteu ao próprio Executivo, que foi o causador da pendenga, o direito de decidir previamente, aos seus caprichos ideológicos, sobre um julgado que até então pertencia anteriormente ao próprio Supremo. Criou um precedente legal em que o próprio executivo pode desobedecer qualquer decisão do Supremo. O Tribunal acabou por renunciar ao seu próprio direito de julgar e lavou suas mãos num caso que poderia ter resolvido peremptoriamente. É pior, o governo pode desobedecer a determinação do Supremo, já que permitiu a decisão de invalidar seu próprio parecer. Ou seja, o Supremo já não é mais supremo!
Se não bastasse esse vexame jurídico, essa extravagância jurídica, os acólitos do terrorista Cesare Batistti foram beneficiados pela exceção governamental. Era aquilo que Lula e Tarso Genro pediram ao diabo. E o que começou com uma tragédia italiana, acabou virando farsa brasileira. Foi uma vitória do governo brasileiro sobre o judiciário.

O cinismo chegou ao ponto máximo quando o próprio terrorista enviou uma carta ao Presidente Lula e ao “povo brasileiro”. A mensagem é chocante, pois revela muita da psicologia doentia do assassino italiano. Eis alguns trechos que cabem comentar:

“Se olharmos um pouco nosso passado a partir de um ponto de vista histórico, quantos entre nós podem sinceramente dizer que nunca desejaram afirmar a própria humanidade, de desenvolvê-la em todos os seus aspectos em uma ampla liberdade. Poucos. Pouquíssimos são os homens e mulheres de minha geração que não sonharam com um mundo diferente, mais justo”.

O raciocínio acima é digno de mentes patológicas como a de Hitler ou Stálin. Em nome de um futuro hipotético da humanidade linda e utópica, o Sr. Batistti se acha no direito de matar pessoas inocentes e destruir as liberdades de seu país. Ainda se acha redimido pelo “processo histórico”, um argumento digno do catecismo terrorista Netchiaev, que faz da história, uma justificativa de isenção moral. É normal que, do ponto de vista histórico”, o Sr. Batistti nos revele muito de seu caráter distorcido. A moralidade é apenas uma perspectiva utilitária da tomada do poder. É aquilo que Trotsky chamaria de a “nossa” moral contra a moral “deles”: a moral do revolucionário psicopata contra a moral “burguesa” vigente. Ele defende os mais atrozes regimes políticos, comete os piores crimes, mas, ainda assim, acha-se o paladino da justiça, capaz, literalmente, de “justiçar” pessoas consideradas inconvenientes. E se acha um poético sonhador. Alguém, com toda razão, chamaria isso de paralaxe cognitiva, a dissociação completa entre discurso e realidade. Eu chamaria isso de loucura. . .

“Entretanto, freqüentemente, por pura curiosidade ou circunstâncias, somente alguns decidiram lançar-se na luta, sacrificando a própria vida”.

Mais outra mentira de um doente. Batistti não sacrificou a própria vida. Sacrificou sim, a vida dos outros.

“A minha história pessoal é notoriamente bastante conhecida para voltar de novo sobre as relações da escolha que me levou à luta armada. Apenas sei que éramos milhares, e que alguns morreram, outros estão presos, e muito exilados”.

Além de psicopata, o Sr. Batistti é um mentiroso compulsivo. Quem o lê crê que ele lutava contra um regime opressor. Na verdade, o italiano lutava para instaurar um regime opressor e destruir a democracia italiana. A inversão cognitiva da realidade é clara e cristalina.

“Sabíamos que podia acabar assim. Quantos foram os exemplos de revolução que faliram e que a história já nos havia revelado? Ainda assim, recomeçamos, erramos e até perdemos. Não tudo! Os sonhos continuam!”

Ah sim, claro, os sonhos de matar continuam. A revolução não pode parar por conta desses meros infortúnios! Que linda revolução que extermina milhões de pessoas! Que linda revolução que justifica o assassinato de quatro inocentes na Itália!

“Muitas conquistas sociais que hoje os italianos estão usufruindo foram alcançadas graças ao sangue derramado por esses companheiros da utopia”.

A mentira aí chega às raias da demência. Se a Itália tem “conquistas sociais”, deva-se justamente à democracia combatida por Cesare Batistti e não aos seus crimes comuns em nome de causas políticas totalitárias. Deva-se, justamente a democratas liberais sinceros como o católico De Gasperi e a democracia cristã, que derrotaram os comunistas italianos nas eleições de 1947 e não assassinos que conspiravam contra as democracias, matando cidadãos inocentes, em plena vigência do Estado democrático, nos anos 70. Se dependesse de comunistas como Batistti, a Itália seria um satélite do regime de terror de Stálin ou de qualquer outra tirania totalitária.

“Além de tudo, é surpreendente e absurdo, que a Itália tenha me condenado por ativismo político e no Brasil alguns poucos teimam em me extraditar com base em envolvimento em crime comum(...)”

Matar pessoas e fazer terrorismo, para Batistti, é fazer “ativismo político”. E o pior é que o Palácio do Planalto corrobora com as afirmações dele.

“E frente ao fato das enormes dificuldades de ganhar essa batalha contra o poderoso governo italiano, o qual usou de todos os argumentos, ferramentas e armas, não me resta outra alternativa a não ser desde agora entrar em “GREVE DE FOME TOTAL”, com o objetivo de que me sejam concedidos os direitos estabelecidos no estatuto do refugiado e preso político”.

Eu duvido muito que um assassino covarde como Cesare Batistti faça isso. Se morresse de fome, faria um grande bem à humanidade.

“Sempre lutei pela vida, mas se é para morrer, eu estou pronto, mas, nunca pela mão dos meus carrascos”.

O carrasco fazendo papel de vítima? Que inversão de valores! O nazista também se acreditava vítima matando milhões de judeus. Tudo pelo bem da humanidade, claro!

“Aqui neste país, no Brasil, continuarei minha luta até o fim, e, embora cansado, jamais vou desistir de lutar pela verdade. A verdade que alguns insistem em não querer ver, e este é o pior dos cegos, aquele que não quer ver”.

Pelo jeito, o sr. Batistti não usa óculos. Para ele, as pessoas normais estão cegas. Ele é o cego que acha que vê!

“A vocês os meus sinceros agradecimentos. E como última sugestão eu recomendo que vocês continuem lutando pelos seus ideais, pelas suas convicções. Vale a pena!”.

O recado é simples: ele diz “façam como eu, conspirem contra a democracia, e em caso de dúvida, matem à vontade, porque voces serão redimidos pela história, já que vão controlar o futuro!”.

“Podemos até perder uma batalha, mas tenho convicção de que a vitória nesta guerra está reservada aos que lutam pela generosa causa da justiça e da liberdade”.

Guerra contra quem, pigmeu? Depois que li esta carta, eu me convenci de que Cesare Batistti é uma pessoa doente, um psicopata perigoso, passível de ser internado em algum manicômio judiciário, junto com o Maníaco do Parque e o Pedrinho Matador. O pior de tudo é que há psicopatas em Brasília que colaboram com ele e estão no poder. Os psicopatas estão governando o país. Só falta internar os normais no manicômio. . .

Sábado, Novembro 14, 2009

Para o público Paraense- Palestra - Dia 28 de novembro de 2009 - UVA.

CINE HISTÓRIA – LIBERTATUM
APRESENTA A SESSÃO DE CINEMA “A LIBERDADE E SEUS INIMIGOS”

THE SOVIET STORY

Um filme documentário realizado pelo cineasta e cientista político da Letônia, Edwin Snore, que mostra como a União Soviética ajudou a Alemanha Nazista a causar a Segunda Guerra Mundial e a provocar o holocausto contra os judeus da Europa. Acrescenta ainda os crimes soviéticos contra a humanidade e contra seu próprio povo numa escala industrial, através da arma da fome e das deportações em massa para os campos de concentração. Sublinha as semelhantes entre a Alemanha nazista e Rússia soviética e a como procedeu a ajuda mútua entre os dos sistemas totalitários. Termina com uma conclusão de como a Europa atual carece de vontade para condenar os crimes comunistas contra a humanidade, em parte, ainda pela pressão política da atual Rússia.
O diretor e produtor do filme Edwin Snore passou 10 anos coletando informações e dois anos filmando em vários países. Entre os entrevistados no filme estão historiadores ocidentais, como Norman Davies, Nicolas Werth (um dos autores do consagrado Livro Negro do Comunismo) e autores russos, como Boris Solokov, o escritor Viktor Suvorov, o dissidente soviético Vladmir Burovski, além de membros do Parlamento Europeu e vítimas do terror soviético.

Local: Auditório da UVA- Universidade do Acaraú – IDEPA, Tavessa do Chaco, nº 1909 , entre a Av. 25 de setembro e Duque de Caxias.

Data: Sábado, 28 de novembro de 2009, às 16:00.

Depois do filme, haverá palestras sobre o tema.

“União Soviética: crimes, terror, repressão”.

Palestrante- Leonardo Bruno Oliveira, advogado, aluno de licenciatura em história pela UVA. Publica artigos no blog do Conde Loppeux de La Villanueva e é cronista do site Mídia sem Máscara.

Bolivarianismo e Foro de São Paulo: a expansão comunista na América Latina ”

Palestrante: Klauber Kristofen Pires – Estudante de direito e funcionário público da Receita Federal- Membro do Instituto “Farol da Democracia Representativa” e também publica artigos no blog Libertatum e no Mídia sem Máscara.

Entrada Franca!